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Marketplaces: cinco erros comuns que podem prejudicar as vendas

E-commerce, Marketplace, negócios online

mercado de marketplaces segue a todo o vapor. De acordo com um estudo realizado pela Precifica, a quantidade de vendedores que atua em lojas virtuais passou de 7.448 em setembro de 2017 para 14.204 em setembro de 2018, registrando um crescimento de 90,7% no período.
O levantamento analisou 29 departamentos de produtos e contempla 88,3% do total de ofertas publicadas em três dos maiores sites brasileiros, Walmart.com, Americanas.com e Extra. O aumento foi impulsionado pela entrada de novos sellers: 61% do total operam nos shoppings virtuais há menos de um ano.
Para auxiliar tanto os mais experientes como aqueles que estão entrando neste mercado, listei cinco erros comuns que impedem muitas empresas de se tornarem mais eficazes e eficientes na geração de resultados. Confira abaixo e otimize as vendas do seu e-commerce!

1) Categorização – certifique-se de que o produto esteja na vitrine correta

Mais comum do que imaginamos, muitos produtos registram baixa performance simplesmente porque os consumidores não conseguem encontrá-los no site. A praticidade na publicação por meio de hubs de integração, ERPs e plataformas de e-commerce acabam ofuscando a necessidade de auditoria sobre a maneira como os marketplaces estão expondo suas ofertas aos consumidores.
Nesse cenário, um ponto importante é a grande quantidade de produtos sem concorrência. O que parece ser bom pelo fato de ter as ofertas listadas de maneira isolada, pois o comparativo de preço fica mais distante, por outro pode ser ruim. Isto porque a oferta pode não receber todo o tráfego de consumidores interessados no produto uma vez que pode ser encontrada em diversas outras páginas duplicadas no marketplace.

2) Avaliações – mix de produtos diversificado

Para posicionar um produto como a melhor oferta ao consumidor, a maior parte dos marketplaces leva em consideração não apenas o preço mais baixo, mas também a avaliação do vendedor. Logo, um dos desafios encontrados pelos iniciantes está em conseguir criar sua reputação positiva por meio da avaliação de compradores e, assim, melhorar a exposição de todo o mix de produtos ofertado.
Este é um desafio enfrentado por muitos lojistas que apostam suas fichas em poucos produtos de alto giro, consequentemente com alta concorrência. Operar nos marketplaces com um mix mais diversificado, distribuído por diferentes departamentos e categorias, é uma forma de fugir da concorrência concentrada e atingir um público mais diverso. O volume e a qualidade das avaliações recebidas na venda de produtos de “longtail” também vão contribuir para o melhor posicionamento das ofertas.

3) Preços – Erros nos separadores de milhar e decimal

Outro equívoco também muito comum é a publicação incorreta de preços, seja por conta de erro na digitação dos separadores de milhar e decimal ou devido a falha de integração entre sistemas. Uma possibilidade é ordenar as ofertas publicadas pela maior diferença de preço em relação aos concorrentes, desta forma fica simples identificar e corrigir possíveis erros na precificação.

4) Descontos – cálculos errados que levam ao prejuízo

Uma prática ainda comum é o ajuste de preços por meio da aplicação de um percentual de desconto de forma linear em uma lista de produtos. Como resultado deste procedimento mais genérico, alguns destes novos valores poderão não atender às expectativas de retorno financeiro.

5) Precificação – busca contínua pelo preço de venda ideal

No dia a dia da gestão do e-commerce, é preciso estar atento às ações dos concorrentes, bem como ao reflexo que estas geram na performance de vendas. A falta de um acompanhamento e de uma reação mais dinâmica em virtude do mercado e da demanda pode significar a perda de milhares de reais adicionais em margem de contribuição.
Assim, o uso da precificação dinâmica traz a vantagem de elevar o preço, seguindo uma tendência do setor e evitando que este fique muito baixo. Com o uso cada vez mais intenso desta tecnologia, muitas lojas virtuais modificam automaticamente o preço várias vezes ao dia a fim de não perderem a competitividade e manterem o fluxo contínuo de vendas. Já para lojistas que não fazem o uso desta ferramenta, é importante identificar estas frequentes alterações e fazer os ajustes necessários, porém, isto implica em um processo oneroso e, muitas vezes, ineficiente.
Agora é colocar em prática todas estas dicas e otimizar as vendas do seu e-commerce.
fonte:https://www.ecommercebrasil.com.br/artigos/marketplaces-cinco-erros-comuns-que-podem-prejudicar-as-vendas/
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Ofertas imperdíveis no mercado Livre

Produtos para informática, eletrônicos, acessórios para celular, você encontra com supér descontos no Mercado Livre.

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Veja como economizar seu dinheiro no Mercado Livre



O Mercado Livre é uma das maiores plataformas de vendas do mundo. Empresa Argentina, criada em agosto de 1999, nela você encontrar tudo que imaginar com grande facilidade, desde uma simples caneta, a um carro de luxo.


O Mercado Livre vem cada dia se atualizando para que você possa ter mais facilidade na hora de comprar seus produtos, e pode escolher o que comprar tanto em grosso como no varejo, por Estado, Região, ou Cidade. Isso faz grande diferença, principalmente referente ao frete, uma dos maiores problemas de quem compra pela internet.


Se você quer um frente mais barato, escolha vendedores mais próximos de sua residencia, e iráseconomizar cerca de 80% nos valores dos fretes. Só para você ter ideia, quem é do Nordeste, se for comprar algo do Sul do País, o frete custa mais de R$: 100,00 por um objeto de R$:15,00.


Outra coisa, além de você fazer suas buscas por anuncios mais relevantes, também procure por produtos mais baratos, e dentro de sua região.






Segurança e garantia no Mercado Livre.

O Mercado Livre garante total segurança para quem compra em sua plataforma, ou seja; comprou e não recebeu, ou não o produto não foi como estava na descrição da página de venda? você pode pedir seu dinheiro de volta. Por isso quem lhe vendeu, só pode sacar seu pagamento quando você estiver com seu produto.


Outras dicas que você deve ficar atento é a reputação do vendedor, se ele atende bem seus clientes, como responder as perguntas, e rapidez nas postagens dos produtos.



Por Rubemar Albuquerque
Blog do Brother


VEJA ESSES PRODUTOS EM PROMOÇÃO
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IMPORTAÇÃO: 5 dicas básicas para quem quer exportar produtos online



O E-commerce é uma indústria que tem crescido bastante no Brasil e, nos últimos anos, o comércio entre países tem feito parte desse crescimento. De acordo com o estudo eMarketer Latin America Ecommerce 2018, o número de consumidores digitais no Brasil deve crescer de 52,3 milhões para 60,4 milhões em 2022. O estudo projeta um crescimento contínuo no número de vendas no varejo online neste período. Hoje, vendedores brasileiros no eBay alcançam cerca de 22 mercados estrangeiros, contra uma média de cinco mercados estrangeiros para negócios tradicionais. Além disso, mais de 80% alcançam, individualmente, 10 ou mais mercados diferentes com seus produtos. O que muitos vendedores online não sabem é que, bem como no comércio tradicional, o e-commerce tem regras específicas e boas práticas que precisam ser levadas em conta por quem procura exportar produtos online para outros mercados. Confira algumas delas:

1 – Tenha uma conta organizada

Escolha o seu tipo de loja, um bom nome (fácil de lembrar) e uma imagem de perfil clara e em alta resolução. Isso vai te ajudar a construir confiança entre os compradores. Além disso, decida se você precisa de uma conta pessoal ou de negócios, a depender do tamanho do seu inventário de produtos. Se a sua conta for uma de negócios, se certifique de ter uma imagem em alta do seu logotipo, que os consumidores possam associar à sua venda.

2 – Seja um conhecedor do seu mercado

Pesquise seu Mercado e os mercados para os quais você planeja vender seus produtos. O que os seus concorrentes estão vendendo? Por qual preço? O país para o qual você planeja vender seus produtos tem algum traço cultural que possa tornar alguma categoria de produtos mais popular? Ele tem regras específicas relativas ao e-commerce que você possa acessar com facilidade? Se você conhecer alguém que já tenha exportado para um país para o qual você esteja interessado em vender, por que não conversar com essa pessoa para entender os desafios que ela teve?
3 – Escolha seu catálogo e conheça o processo de frete e entrega

Depois de ter feito os dois primeiros passos, escolha os produtos que você vai vender e tenha imagens em alta resolução deles em muitos ângulos, se possível. Isso te ajuda a passar confiança aos compradores. Também é importante saber se as transportadoras têm alguma restrição de produto e conhecer suas regras. Algumas delas não trabalham com joalheria e ouro, por exemplo. E a categoria de Joias foi a mais exportada por vendedores brasileiros em 2018, seguida por Eletrônicos, Saúde & Beleza, Música e Brinquedos.
4 – Entenda todos os fatores que podem impactar o preço final que os compradores pagarão

Saiba que taxas são aplicadas ao seu tipo de produto. Identifique as melhores opções de frete e políticas de devolução. Vale verificar as lojas de outros vendedores que estejam trabalhando com o mesmo tipo de produto para saber se o seu preço é competitivo. É importante para os compradores ter uma experiência confortável durante e após a compra. Uma boa estratégia é incluir o frete no custo final do produto e disponibilizá-lo sem frete para os compradores. Isso aumenta o número de filtros em que o seu produto vai aparecer.
5 – Procure se tornar um vendedor bem avaliado

A sua reputação como vendedor online vai depender principalmente do feedback dos compradores e da forma com que você atende às necessidades deles. Você precisará manter sua pontuação alta. Afinal, ela é um dos principais parâmetros para novos consumidores que se deparem com a sua loja e seus produtos. Se certifique de que você está prestando atenção aos problemas e relatos dos seus consumidores e lide com eles de uma forma responsável, garantindo toda a assistência possível. Isso vai aumentar sua reputação e mostrar para outros consumidores que você é confiável. E é especialmente importante em tempos de mídias sociais, em que uma reputação pode levar muito tempo para ser construída e apenas alguns minutos para ser destruída.


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SUA EMPRESA: Resolução aprova normas complementares relativas ao Simples Nacional e MEI

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A Resolução do Comitê Gestor do Simples Nacional (CGSN) nº 144 divulgou os sublimites vigentes para efeito de recolhimento de ICMS e ISS no Simples Nacional no ano-calendário de 2019, com os seguintes valores:
  • R$ 1.800.000: Acre, Amapá e Roraima
  • R$ 3.600.000: demais Estados e Distrito Federal
Não houve modificações com relação aos sublimites válidos em 2018. A Resolução CGSN nº 143 dispôs sobre:
Parcelamento de débitos do simples nacional
Até 31 de dezembro de 2019 a Receita Federal continua autorizada a acolher somente um pedido de parcelamento por ano calendário da empresa optante pelo Simples Nacional, podendo incluir débitos já parcelados anteriormente.
Ocupações do MEI
Na lista de ocupações autorizadas a inscrever-se como Microempreendedor Individual (MEI), houve as seguintes modificações:
1 - Em virtude de nova versão dos códigos da CNAE a partir de 2019, duas ocupações foram desmembradas, como segue:
Ocupações suprimidas:
  • Comerciante de peças e acessórios para motocicletas e motonetas independente
  • Proprietário (a) de bar e congêneres independente
Ocupações incluídas:
  • Comerciante de peças e acessórios novos para motocicletas e motononetas independente
  • Comerciante de peças e acessórios usados para motocicletas e motononetas independente
  • Proprietário (a) de bar e congêneres, sem entretenimento, independente
  • Proprietário (a) de bar e congêneres, com entretenimento, independente
2 - A Ocupação abaixo teve sua descrição alterada:
  • Descrição atual da ocupação: Comerciante de animais vivos e de artigos e alimentos para animais de estimação independente
  • Descrição a partir de 2019: Comerciante de artigos e alimentos para animais de estimação (pet shop) independente (não inclui a venda de medicamentos)
3 - Houve correção na redação da ocupação de “Viveirista Independente”, na qual passou a constar a incidência de ICMS.
4 - A partir de 2019 deixarão de ser autorizadas para o MEI as seguintes ocupações:
  1. Abatedor (a) de aves independente
  2. Alinhador (a) de pneus independente
  3. Aplicador (a) agrícola independente
  4. Balanceador (a) de pneus independente
  5. Coletor de resíduos perigosos independente
  6. Comerciante de extintores de incêndio independente
  7. Comerciante de fogos de artifício independente
  8. Comerciante de gás liquefeito de petróleo (glp) independente
  9. Comerciante de medicamentos veterinários independente
  10. Comerciante de produtos farmacêuticos homeopáticos independente
  11. Comerciante de produtos farmacêuticos, sem manipulação de fórmulas independente
  12. Confeccionador (a) de fraldas descartáveis independente
  13. Coveiro independente
  14. Dedetizador (a) independente
  15. Fabricante de absorventes higiênicos independente
  16. Fabricante de águas naturais independente
  17. Fabricante de desinfestantes independente
  18. Fabricante de produtos de perfumaria e de higiene pessoal independente
  19. Fabricante de produtos de limpeza independente
  20. Fabricante de sabões e detergentes sintéticos independente
  21. Operador (a) de marketing direto independente
  22. Pirotécnico (a) independente
  23. Produtor de pedras para construção, não associada à extração independente
  24. Removedor e exumador de cadáver independente
  25. Restaurador (a) de prédios históricos independente
  26. Sepultador independente
O MEI que atue nessas atividades terá que solicitar seu desenquadramento no Portal do Simples Nacional.
O desenquadramento de ofício dessas ocupações, por parte das administrações tributárias, poderá ser efetuado a partir do segundo exercício subsequente à supressão da referida ocupação.
VIA JUSBRASIL
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